Fitz

“All roads lead to Fitz”. Foi o que eu ouvi Olivia Pope comentar enquanto olhava para o nada, como sempre faz quando está pensativa ou em um momento meio triste. Sentada no sofá, com uma xícara de chá e um cobertor aquecendo as pernas, fiquei pensando no peso e força desta frase. “Todos os caminhos levam ao Fitz”. Uma verdade que, trocando o nome do personagem, poderia ser minha própria realidade. Minhas mãos estavam geladas. Isso me fez lembrar das luvas que comprei em uma certa viagem que fiz com Fitz. Fiz um chocolate quente. Me veio à memória como Fitz gosta dele mais claro, com menos chocolate. Lavei três vezes o cabelo com o shampoo. Fitz sempre faz isso.

Quais lembranças não envolvem Fitz? Quais delas são minhas, somente minhas?

Lembrei da música de Cássia Eller, que diz “Mas eu sou minha, só minha”. Comecei a gostar de Cássia Eller por causa de Fitz. Escrevendo, percebo que me incomodei com o barulho da rua. Há tempos que Fitz não consegue dormir por causa do trânsito que entra pelas janelas.

Aparentemente, enquanto eu quiser, todos os caminhos vão levar ao Fitz.

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