Borrão

Uma casinha que passava como borrão pela janela do metrô. Mas, passou – me pela cabeça, se não fosse um borrão causado pela velocidade em que eu estava me movendo? E se aquela casinha fosse realmente um borrão na vida real? Seus móveis eram borrados, suas paredes, simples jatos de tinta. Borrados. Até seus moradores não eram de todo focados, tinham suas faces em blur e suas roupas, milhares de cores misturadas, tinta assoprada por um fino canudinho.
Ri das minhas suposições. E da minha fértil imaginação. Com esta simples criação da minha mente, alegrei todo o meu dia.

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Irma Cerese

 

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