Prêmio Barco a Vapor de Literatura está com inscrições abertas até dia 31

Objetivo do concurso é aproximar os jovens da literatura e estimular a criação literária nacional

Oi pessoal! Tudo bem com vocês?

Queria contar para os escritores de plantão que o Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil 2018 está com as inscrições abertas até o dia 31/01. A iniciativa é da Fundação SM, em parceria com a SM, e tem como objetivos estimular a criação literária nacional e engajar crianças e jovens com a literatura.

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Qualquer pessoa pode participar, incluindo cidadãos de outras nacionalidades. Basta ter mais de 18 anos e morar no Brasil (Confira o regulamento completo). Eu já me inscrevi fazem alguns dias! Meu livro, que ficou na gaveta por tanto tempo, está sendo inscrito em todos os concursos possíveis!

Fica a dica: A inscrição deve ser feita até dia 31 de janeiro pelo site www.barcoavapor.edicoessm.com.br/formulario-de-inscricao/.

Além de R$ 40 mil como adiantamento de direitos autorais, o vencedor terá seu livro publicado na coleção ‘Barco a Vapor’, da SM. O resultado, assim como data e local da entrega do prêmio, será divulgado no site do concurso. Nada mal, não é?

O Prêmio completa 40 anos
Em sua 14ª edição, o concurso, que surgiu na Espanha, em 1978, chegou ao Brasil em 2005 e é realizado em mais sete países: Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia e Peru. Na Espanha, o Barco a Vapor é entregue pela rainha desde 2006, tamanha a importância do prêmio. Quem dera conhecer a rainha da Espanha em uma premiação de livro. Chic!

No ano passado, o livro infantojuvenil ‘O Cometa é um Sol Que Não Deu Certo’ foi o vencedor da 13ª edição do Prêmio Barco a Vapor no Brasil. A obra, que contava a história sobre refugiados sírios, foi escrita pelo pernambucano Tadeu Sarmento, de 40 anos, e concorreu com outros 1.300 originais.

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Já em 2016, o melhor livro foi ‘Deslumbres e Assombros’, do estudante Lucas Carvalho, de 24 anos. A obra resgata as histórias de aventura e mostra um narrador em constante discussão sobre os caminhos a seguir.

Fica a dica para os colegas escritores que já tiverem um conteúdo para este público. Jovens leitores me encantam. São a entrada para o mundo mágico da literatura!

O que acham? Será que eu ganho hein? 😛

Até o próximo post!

Amanda Jacobus

 

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Van Gogh para se apaixonar – Livro

Certo dia, estava andando pela rua República, na Cidade Baixa. Passei por uma pequena livraria chamada Via Sapiens e enxerguei um volume que me chamou a atenção em meio a tantas opções de leitura em sua vitrine iluminada. A capa era de um azul claro e o desenho de um homem ruivo estava estampado no papel. Aquele personagem icônico, sem orelha, Vincent Van Gogh. Na hora, abri a porta da loja e entrei, aspirando profundamente o perfume dos códices lá guardados.

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Não imaginava que fosse me impressionar

 

Não abri, não folheei o livro. Só pedi para a atendente colocá-lo em uma sacola, pagando em seguida. Levei o livro para casa e quando o abri, meus olhos brilharam. Imaginei a história do artista escrita em linhas e mais linhas de um livro gostoso de se ler. De qualquer forma, a surpresa também foi positiva, porque dentro de cada página havia uma história visual incrível. Grata surpresa, editada no Brasil pela L&PM.

Uma graphic novel. Das boas!

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As ilustrações são maravilhosas, criadas pela talentosíssima Barbara Stok. As intensas emoções do artista, que sentia tudo à flor da pele, são representadas com ilustrações bonitas e bem-humoradas. Vincent passou por diversos momentos tensos, caóticos. Alimentava uma utópica ideia de criar uma residência onde todos os artistas morariam em conjunto, parecia querer “colocar ordem” na profissão. Os colegas de arte, por sua vez, eram almas livres, boêmias, hedonistas. Nada queriam que os colocasse em uma caixinha. Vincent, por ter uma mente tão fora da caixa, parecia precisar daquela linha invisível das regras, mas não encontrava maneira de se neutralizar em um mundo tão colorido e cheio de novidades para pintar.

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Quadrinhos para se pensar, inspirar, criar a partir deles. Despertam a imaginação e criam empatia entre o leitor e Vincent Van Gogh. Quem dera pudesse conhecê-lo pessoalmente. De certa forma, o livro me deu um gostinho dos caminhos de sua mente.

Você conhece outras Graphic Novels como esta? Me indica nos comentários, vou adorar conhecer! 🙂

Até a próxima!

Amanda Jacobus

 

Dica de Leitura: O Codex 632

Oi pessoal!

Como ficou a lista de livros que vocês queriam ler este ano? Aos que conseguiram finalizar, meus parabéns. Esta é uma tarefa sempre muito árdua e quase impossível para mim, especialmente porque em Novembro temos Feira do Livro aqui em Porto Alegre. Faço minhas comprinhas e acabo sempre me alongando nas leituras!

Mas na última semana finalizei um livro muito bacana, que me foi fortemente indicado por minha mãe e meu pai. Na época, estava planejando viajar para Portugal em 2018, por isso, comecei a ler este livro. O Codex 632 é um romance escrito pelo jornalista português José Rodrigues dos Santos, no qual ele levanta uma antiga polêmica a respeito da verdadeira identidade de Cristóvão Colombo. Até hoje a origem deste personagem é questionada.

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No livro, o professor de história Tomás Noronha é contratado por uma instituição americana para decifrar as descobertas de outro investigador, que morreu. Ele viaja por diversos países em busca de registros e documentos, desvenda mensagens em código e vai aos poucos clareando o leitor com o uso de dados e fatos.

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Para aqueles que gostam de uma literatura detalhista, caprichosamente costurada e até maçante de vez em quando, vai gostar muito deste livro. Me perguntei em diversos momentos se eu estava cansada da leitura ou se o português europeu me fazia ler com mais atenção, afinal, trabalho diariamente com revisão e, em todas as vezes que a palavra “FACTO” aparecer na minha frente, vou dar especial atenção à ela.

Ao final da leitura, achei o livro muito bacana. A história é envolvente e prende o leitor na curiosidade das próximas descobertas. Ainda que minha viagem do ano que vem não seja para Portugal, já guardei os locais visitados pelo professor Noronha e hei de pisar em cada um deles em um futuro próximo.

Fica a dica de leitura para as férias de verão, a quem quiser.

Me indique algum livro para a lista do ano que vem nos comentários! 🙂

Até mais.

Picolé Lelé

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Queria contar algo legal que aconteceu na última semana. Depois de alguns meses, chegou a hora de prestigiar o lançamento do livro “Picolé Lelé”, da escritora Ângela Dal Pos. Eu geralmente não escrevo sobre livros infantis aqui, pois não é o meu foco e não conheço muito sobre livros para crianças (tirando os que eu li na minha infância!). Porém, desta vez é um pouquinho diferente, pois o livro foi ilustrado por mim!

Uma emoção e tanto ver a história impressa, em papel colorido e do jeitinho que foi imaginada lá no início do processo. Ainda que eu não tenha escrito a história, senti imensa gratidão por ver o livro pronto, com os traços e cores que criei. O processo foi divertido, apesar de difícil. Retornar à infância para pensar como uma criança e desenhar o que vinha em minha mente, sem preconceito ou autocrítica foi um desafio pelo qual eu amei passar.

A história conta sobre um picolé chamado Lelé, que vive dentro do refrigerador e tem o sonho de conhecer o mundo. Aliado a vários personagens apaixonantes e de personalidades marcantes, a história vai tomando forma e chamando a atenção do leitor e levando o Picolé na perseguição de seu sonho.

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O lançamento aconteceu no último sábado em Porto Alegre e contou com sessão de autógrafos da autora e a apresentação de uma banda de rock Kids que foi o ápice da tarde. Todo mundo se emocionou com a banda Quarteto Fantástico e também com a fila de crianças que esperavam com seus livrinhos para receber um autógrafo da escritora.

Fico imensamente agradecida e com a esperança de que esta geração de crianças cresça com apreço à leitura. Isso pode mudar o mundo.

Fofo né? Que livros infantis vocês acham bacanas para indicar? Me contem nos comentários!

Obrigada pela leitura e até o próximo post!

Conheça o projeto “O Sonhador”

A vida continua uma coisa maravilhosa. De vez em quando, sou muito digital. Em outros momentos, me desligo totalmente aos finais de semana, para que eu consiga ouvir meus próprios pensamentos.

No campo profissional, tudo indo bem, com projetos bacanas saindo do forno. O projeto “O Sonhador” foi pensado por três empresas do bem. Uma colab de gente sincera, que tem vontade de ajudar os outros.

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Capa do caderno | Foto: Camille Bonetto

É um caderno de anotações com conteúdo teórico rico e inédito sobre os sonhos e seus significados na vida. O conteúdo foi escrito pela SONATA Brasil, empresa que cria iniciativas que envolvam autoconhecimento. Além da Sonata, a profissional Lyziane Menezes também criou um conteúdo interessante envolvendo os sonhos de maneira mais mística, com base na energia emanada por cada indivíduo.

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Folhas internas de DIA e NOITE | Foto: Camille Bonetto

O projeto gráfico foi criado pela Desiderata – Complexo de Ideias, a empresa da qual sou sócia. Pensando na prática, criamos duas páginas de anotações diárias: a do DIA e a da NOITE. A ideia é que, durante o dia, o usuário anote o que aconteceu enquanto estava acordado. Uma emoção, uma palavra, uma situação. Na página da NOITE, anota-se os sonhos ou o sentimento com o qual a pessoa acordou.

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Bons Sonhos! | Foto: Camille Bonetto

Tudo isso, com um passo a passo para observação, para começar a caminhada do entendimento e da interpretação de sonhos. O caderno/conteúdo está sendo vendido a R$ 65,00.

Lindo né?

Um orgulho fazer parte desse projeto que, depois de alguns meses, ficou pronto e pode ajudar muita gente a entender o íntimo mundo dos sonhos!

Livros que li e coisas que pensei

Tanta coisa tem acontecido que a vida anda meio corrida. Nunca gosto de falar esse tipo de frase: “a vida está corrida”. Dá uma falsa aparência de importância, como se eu fosse uma pessoa cheia de afazeres e isso significasse algo especial. Mas a correria vem de dentro. Vou dividir todas as coisas que quero falar em outros posts, para não escrever em excesso (visto que muita gente não gosta de ler textos muito compridos na web).

Tenho escrito pouco. Menos ainda meus textos “ficcionais”, pois as inspirações deram uma esfriada depois de uma experiência com alguém do mercado. Entreguei para uma editora aqui em Porto Alegre meu livro de ficção. Além dele, imprimi meus textos do blog e os entreguei a ela, para que desse sua opinião. O retorno foi positivo para o livro, mas sobre meus textos, criticou-me a falta de formato, a falta de rótulo. Não são crônicas. Não são contos. Portanto, não têm utilidade para literatura. Ainda que eu entenda este conceito, me chocou um pouco. Será que só eu gosto de passagens inspiradoras, pinceladas de alguma cena que venha à mente, pequenos detalhes fotografados em palavras? Tenho certeza que não. Já recebi bons elogios aqui no blog, de pessoas que gostam do que escrevo. Percebi que travei, depois dessa opinião profissional.

É bom quando sabemos o porquê de determinadas coisas. Agora, sabendo de onde veio meu medo de escrever o texto de identidade inexistente, posso acabar com este bloqueio e voltar aos poucos à pintura de novos momentos. E f**a-se quem não gostar, certo?

Desculpas à parte, cheguei aqui com o objetivo de contar os últimos dois livros que li e nem mencionei aqui no blog. Em outro momento vou falar qual foi o fim do desafio de leitura de 2016.

1808

Um livro polêmico do ponto de vista documental. Muitos historiadores criticaram este livro de Laurentino Gomes, alegando que o autor fomenta a lusofobia e depreda a imagem de Portugal na época do Brasil-colônia. A meu ver, porém, o livro é muito bom e documenta de forma clara todos os dados de onde foram retiradas as informações que nele contém. As passagens são devidamente registradas e assinadas.

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O livro conta sobre a família real Portuguesa que, em 1808, fugiu de Napoleão (que estava tomando conta da Europa) para o Brasil a fim de erguer em sua colônia, um novo reino. Particularmente, gostei muito da leitura. Tem sim, opinião do autor em diversos momentos, o que foi considerado errado pelos historiadores. Em cada página, as críticas ao tenebroso rei João VI, caracterizado como sujo, covarde e bonachão, são percebidas. Assim como à Carlota Joaquina, maquiavélica esposa do rei e toda a corte portuguesa, colocada na história como corrupta, infiel e interesseira.

Ainda assim, conta detalhes e características interessantes sobre a época, a alimentação, a escravidão, a política e a cultura. Me agradou bastante o livro, mesmo sendo tão criticado. Agora vou atrás de outros dois que me foram indicados para “quebrar” a visão negativista de Laurentino Gomes: “Império à deriva”, e “D. João VI”, de Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Será que vou gostar de uma visão mais “light”?

Cidade dos Etéreos

Já era fã do Ransom Riggs logo no lançamento de “O Orfanato da Srta Peregrine para Crianças Peculiares” (aliás, quem aprovou este título gente?!). A forma como o livro foi criado é genial e este segundo volume mostra o grande escritor que é Riggs. O autor é colecionador de fotografias antigas e bizarras, que encontra nos mercados de pulgas que frequenta. São aquelas fotos com superexposição ou mudanças no obturador das antigas câmeras de foto. Para alguns, lixo. Para Riggs, matéria-prima. Seus aspectos estranhos foram reunidos em uma história, que deu origem à serie de suspense e fantasia.

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Se o primeiro livro originou-se de fotos antigas, o segundo foi o contrário. A continuação foi criada pelo autor e posteriormente foram adicionadas as fotos. Algumas de sua coleção, outras, de pessoas que enviaram fotos antigas e estranhas de seus acervos. Continuando a história do personagem Jacob no mundo dos peculiares, as crianças passam por fendas temporais de diversos momentos da história, à procura de alguém que pode salvar suas vidas. É uma viagem maravilhosa através dos tempos.

Agora, vou atrás do próximo da sequência: “Biblioteca de Almas”.

Só para finalizar: Eu amo conhecer processos de criação de autores. E o do Ransom Riggs é tão sensacional que eu preciso compartilhar alguns vídeos com vocês. Ele se aprofunda na história, tem um formato espetacular de divulgar e despertar curiosidade, criar suspense. Abaixo, um vídeo de John Green, mostrando um “passeio” para onde Riggs o levou. O segundo vídeo foi feito pelo próprio autor, dentro de uma mansão abandonada. Fico arrepiada de conhecer um escritor tão completo em sua arte e sua forma de comunicação com o público, estimulando seus leitores com outras mídias e canais, além do livro.

É, escrevi bastante. Você leu algum desses livros? Me conta o que achou!

Até o próximo post!

Potter Experience e o sucesso da Armada Hogwarts

Oi pessoal!

Há muitos anos, quando eu tinha minhas 7 primaveras e estava aprendendo a ler, minha mãe me ofereceu um livro na Feira do Livro de Porto Alegre. Olhei aquela capa, com um menino em cima de uma vassoura e uma cicatriz em forma de raio na testa e franzi a testa. Disse que não queria.

Minha mãe, calmamente, devolveu o exemplar e continuou a caminhada pelas diversas bancas de livros que estavam esperando pela nossa visita. Eu já tinha lido meu primeiro livro naquela época, o “Um Urso chamado Paddington”. Foi o primeiro livro por cuja história me apaixonei. Mesmo assim, aquele livro que minha mãe estava me oferecendo, um tal de Harry Potter, não me chamou a atenção.

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Até que um dia, ela comprou o tal livro. Harry Potter e a Pedra Filosofal. Filo o quê? Pensei em minha infantil percepção. “Filosofal”, explicou minha mãe. Imagino que ela tenha me deixado curiosa de alguma forma, pois logo, estávamos lendo juntas antes de dormir. Eu lia uma página, ela outra. Em um determinado momento da história, quando percebeu que eu estava super interessada, me disse que ia ao banheiro, que eu continuasse lendo e depois contasse para ela a passagem perdida. Não voltou mais. E eu permaneci lendo. Me apaixonando perdidamente por uma história fantástica sobre o menino que sobreviveu.

Tenho tantas histórias sobre meu envolvimento com o mundo mágico de Harry Potter que poderia encher este blog sobre elas. Mas a de hoje envolve a iniciativa da – antes pequena e humilde – Armada Hogwarts. Acompanhei este grupo de fãs desde o início das atividades e sempre achei sensacional a capacidade de reunir tantas pessoas com tal amor pela criação de J. K. Rowling.

Quando vi que eles estavam em parceria com o Shopping Iguatemi neste espaço lindo e inspirador sobre o mundo de Harry Potter, fiquei muito animada. Peguei a fila, e entrei na “cabana” criada dentro do shopping.

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A pequena fila em frente ao espaço

Ao entrar na tenda, um mundo de peças se estendeu diante de mim. Objetos que remetiam a todos os filmes, vestes, varinhas e fotos. Tudo muito bem organizado, muito pensado. Tinha carinho ali dentro.

Foi tão legal ver isso de perto! Peças bem cuidadas, de colecionador mesmo. Quando este tipo de objeto faz parte da sua imaginação desde a infância, chegar perto deste universo novamente depois de adulta faz toda a diferença. Desejei por tanto tempo usar essas vestes, obter esses itens, abrir um mapa do maroto! Sem dúvida, um trabalho de muito empenho da equipe da Armada Hogwarts.

À eles e ao Shopping Iguatemi, só tenho a agradecer pela experiência, que foi deliciosa.

A exposição fica no Shopping Iguatemi até dia 31/05 e a entrada é gratuita!

Espero que tenham gostado do post! 🙂

O Poder do Hábito

Primeiramente, RECEBI os primeiros originais do meu livro! Emocionante ver que a ideia está se encaminhando. Tenho quatro cópias, que estão agora circulando entre algumas pessoas que devem me retornar com muitos Post Its cheios de dúvidas, críticas e sugestões. Depois, deixar tudo redondinho, criar a capa e lançar a campanha para arrecadação de fundos para a edição do livro. Espero que eu consiga lançar este ano. Cruzando os dedos!  ❤

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Agora, voltando para o conteúdo deste post:

Eu já estava afim de comprar este livro há várias semanas. Diversas vezes, o livro aparecia pra mim em situações diferentes: uma mulher lendo dentro do ônibus, na biblioteca de alguém, no Facebook. Ele estava me perseguindo!

Até que um dia, peguei uma carona com a minha sócia e desci na esquina de uma rua que dava quase no meu apartamento. Olhei para o prédio que ficava naquela esquina e percebi que os janelões de vidro eram vitrines para a livraria da Editora Verbo Jurídico. Super específica, mas entrei para ver o que tinha de bom lá dentro. Um dos segredos da vida (creio eu) é ter CURIOSIDADE. De pronto, vi alguns livros interessantes, mas meu olhar fixou-se na capa amarela com letras vermelhas que já estava me rondando há tantos dias.

Resultado: comprei o livro.

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Demorou algum tempo até que eu decidisse começar a leitura. Tinha medo que fosse mais um livro motivacional, que tentasse me fazer uma lavagem cerebral. Ótimo engano! O livro é simplesmente SENSACIONAL. Além de me trazer muita inspiração no trabalho e ótimos insights sobre clientes e seus consumidores, me fez entender porque faço algumas coisas que faço. É o hábito. E, se for um daqueles não benéficos, o autor oferece ferramentas para tentar alterá-los. Por meio de exemplos reais e científicos, ele apresenta mudanças em termos pessoais, de empresas, comportamentos e até países inteiros que conseguiram mudanças importantes em seus governos usando esta forma de atuação.

Como não gosto de contar muitos detalhes, acho que estas informações são o bastante para escrever: LEIAM ESTE LIVRO. Indico de olhos fechados!

Vocês já leram este livro? O que acharam? Me contem nos comentários! 🙂

Um abração e até o próximo post.

Terminei meu livro

Uau! Nem acredito que consegui atingir esta meta. Terminei de escrever “O Destino de Sibila”, a história que havia escrito aos 17 anos e que reescrevi completamente depois dos 22.

Eu estava realmente bloqueada. Cada palavra doía, como se eu não quisesse realmente terminar. Acho que é o medo dos julgamentos, das críticas pesadas que acontecem por aí. Como se escrever um livro fosse fácil e como se fosse obrigatório agradar a todo mundo. Por sorte, não é.

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A história do meu livro acontece na Nova Zelândia

Mas finalmente, hoje, dia 12 de fevereiro de 2017, consegui finalizar a história. Decidi por só escrever, sem me preocupar se os dados estavam corretos neste momento. Acabei terminando somente a obra bruta. Mas a parte mais difícil já passou.

Me inscrevi no Prêmio Sesc de Literatura 2017, com o livro assim mesmo, não revisado. Não há tempo para perder e se deixasse para a última hora, poderia dar algo errado na inscrição e eu não conseguiria alterar nada. Agora, vou começar o processo de revisão, de análise crítica e aprofundamento em algumas partes que sei que precisam ser melhor explicadas. Vou imprimir cópias para algumas pessoas darem sua opinião. Vamos começar o processo de criação da capa.

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Agora, momento relax. Depois, bora trabalhar melhor a história!

Mas, UFA. Consegui colocar para fora o restinho da história, me inspirando para escrever até uma continuação, se for o caso. Espero que sim, pois eu teria que dar um pulinho na Grécia para escrevê-la.

Até lá, obrigada por ler este post e acompanhar esta trajetória! Em breve, lançamento do projeto de edição do livro via Benfeitoria!

Até o próximo post!

#Girlboss

Terminei hoje mesmo a leitura deste livro incrível. Sim, eu sei que estou atrasada com meu desafio de leitura, mas precisava respirar um pouco entre uma página pesada e outra do Moby Dick. Escolhi esta leitura maravilhosa, que ganhei de presente da minha querida sócia, Camille Bonetto.

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No livro, escrito por Sophia Amoruso, ela conta sobre como criou sua empresa e se tornou a executiva de 100 milhões de dólares e CEO do site Nasty Gal. Mas além disso, dá uma aula de atendimento, sobre o posicionamento de uma empresa e relacionamento com o cliente. Até sobre a vida! Sophia, mesmo sem ter se formado no ensino médio, mesmo sem ter como objetivo chegar aonde chegou, é uma lenda. E eu me tornei completamente fã dessa moça visionária.

Se você gosta ou não de moda, indico a leitura. Um sopro de ar fresco e inovação para nossos pulmões, tão cansados das mesmas ladainhas motivacionais sobre empreendedorismo e o mundo business. Blergh.

Uma passadinha rápida para compartilhar isso com vocês.
Me retiro para o trabalho de novo.

Beijos!