Como foi o TalkShow FaleComH

Oi, tudo bom? Comigo tudo ótimo!

Meu nome é Renée, tenho 22 anos, uma gata chamada Malú e gosto muito de procurar lugares e eventos diferentes e viver novas experiências incríveis. Sou movida pela curiosidade e acredito muito que qualquer lugar no mundo tenha coisas fantásticas acontecendo, basta saber procurar nos cantinhos certos. Dito isso, quero começar meu post de estreia com algo que aconteceu dia 23/11: fui no TalkShow FaleComH, que ocorreu no Espaço Voz. Sim, um TalkShow em Porto Alegre, minha cidade tão querida! Com direito a entrevistas com convidados inspiradores, banda, apresentador simpaticíssimo, atrações e um grande torneio de JoKenPo. Uma noite marcante e cheia de carisma, com certeza.

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Foto: Paulinho Presser

O Espaço Voz é um lugar lindo e aconchegante que fica dentro do Shopping Total em um prédio histórico e muito bonito. Uma escolha maravilhosa para uma grande estreia! Além desse ambiente encantador e criativo, havia alguns expositores fazendo a alegria do pessoal enquanto o TalkShow não começava: os idealizadores do Circuito Maker, que levaram alguns brinquedos nostálgicos e divertidos como um Mini Arcade e, com metodologias educacionais e tecnológicas, visam incentivar professores e alunos à revolucionarem a educação, e a equipe da Dobra, empresa que vende carteiras divertidas, extremamente finas, impermeáveis e 100% recicláveis.

O programa começou com a entrevista de Luciano Harres Braga, um cara muito gente fina e cheio de vivências para contar. Ele é cofundador e diretor de criação de um estúdio criativo de comunicação para impacto social, já escreveu dois livros e possui um site de tirinhas. Teve também o Bruno Feldens Queiroz, que decidiu viajar para o interior da Índia para descobrir mais sobre os meios de se ter uma educação mais livre e revolucionária, e a Roberta Ramos, que é jornalista, mochileira, curiosa, filosofa de boteco, mãe de três gatos e todo ano precisa viajar para a China por causa do trabalho. Pessoas que sempre acreditaram muito nas suas ambições e propósitos e fizeram muita correria para alcançar todas as suas metas. Uma entrevista que me emocionou bastante e me fez dar boas risadas foi a da blogueira madura da rede RS Bloggers, Miréia Borges, uma mulher à frente do seu tempo e ansiosa para viver o que a vida lhe reserva. Ela é blogueira do site mireiaborges.com.br e acabou de relançar o portal chamado Acontece no Moinhos. Durante os intervalos das entrevistas e em momentos épicos, a banda Blues da Casa Torta brilhou com uma trilha sonora divertida e perfeita para a ocasião.

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Foto: Paulinho Presser

Quando acabou o TalkShow, todo mundo fez aquele clássico som coletivo de quem não queria que a noite terminasse, que nem no Programa do Jô quando chegava ao final de uma entrevista com uma pessoa muito querida.

O TalkShow FaleComH foi apresentado pelo Heryk Slawski, um cara muito bacana e carismático, que já teve um Fusca Herbie 1974, organizou evento do Google e falou em um TEDx. Ele sempre quis assistir um TalkShow aqui do Sul e, como não encontrou nenhum, resolveu criar o seu próprio programa, totalmente independente, que teve como tema “O Que eu Quero Ser Quando Crescer?” e uniu educação e entretenimento em uma noite de quinta-feira inesquecível, onde toda a plateia ficou até o último segundo e aplaudiu em pé no final.

O evento foi realizado pela empresa Mazati – Conteúdo Criativo e teve apoio do espaço Voz e Fluxograma Ótico. Vocês podem acompanhar os próximos eventos pelo Instagram @FaleComH.

Gostaram? Qual foi o último evento incrível que você foi? Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Responda nos comentários, quero saber! Obrigada e até o próximo post! 🙂

Renée

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Dois ateliers em Porto Alegre que valem a visita

Oi pessoal!

O final de semana foi intenso pra mim. No final da semana passada eu estava viajando no Instagram e encontrei o anúncio de um curso de pintura a óleo com ninguém mais, ninguém menos que Theo Felizzola. Na mesma hora, eu sabia que PRECISAVA fazer esse curso, que era focado em pintura a óleo de retratos. Conheci o Theo em outro curso que fiz, onde ele deu um show ao pintar ao ar livre e ao vivo, um dos palestrantes do curso. Ele é muito talentoso!

Bom, para resumir, o curso foi intenso, muito difícil mesmo! De qualquer forma, quero continuar estudando e vou tentar mais. Acho que eu e a tinta merecemos mais tempo juntas antes de qualquer definição se sou ou não boa nisso!

Mas o que eu quero dizer aqui neste post é outra coisa. Percebi que alguns lugares são lindos de viver, mas pouquíssima gente conhece. Selecionei dois ateliers de Porto Alegre que acho maravilhosos e valem uma visita.

  1. Atelier Lou Borghetti
    Foi no atelier desta artista incrível que aconteceu o curso que fiz com o Theo Felizzola. O lugar é simplesmente lotado de livros, referências, quadros e uma decoração incomum. Daquelas que fazem você ficar olhando para cada canto, pensando sobre os detalhes e o que aquilo comunica. A Lou Borghetti é muito simpática, alto astral. Recebe as pessoas no atelier com um abraço gostoso e com aquele brilho no olho, curiosidade genuína sobre quem entra em seu pequeno santuário de artes.

O lugar é recheado de pincéis, telas e tintas. Diversos cursos são realizados lá e a própria artista recebe suas alunas de pintura semanalmente em seu espaço, que fica no bairro Três Figueiras, em um casarão de esquina.

Site: http://borghetti.com.br/

2. Atelier Karen Raissa

Não falo de moda neste blog, pois não conheço o mundo fashionista. Mas o atelier da Karen Raissa é digno de uma visita. A estilista cria roupas sob-medida e pret-a-porter com assinatura muito clássica e pegada moderninha. Acabamento impecável, tecidos de primeira qualidade e um lugar charmoso no bairro Independência fazem a marca tão diferente. Em cada parede, um detalhe ou obra. Atenção especial às pinturas maravilhosas de Ruth Schneider, uma artista já falecida de Passo Fundo – RS.

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Gosto muito de visitar os locais onde artistas criam suas obras e peças. É ali que a mágica acontece e ver como eles se englobam de referências inspiradoras é muito legal. O espaço da Karen é elegante e muito charmoso (o perfume do lugar é indescritível, dá vontade de levar para a casa!)

Site: http://www.karenraissa.com.br

E vocês? Já visitaram os estúdios de artistas de que gostam? Me contem mais nos comentários!

Obrigada pela leitura e até o próximo post!

O novo Cisne Branco em Porto Alegre

 

Sempre fico com peninha de Porto Alegre em termos de turismo. Uma cidade tão linda, apaixonante e dona de pequenos detalhes que encantam, perde para outras maiores e mais ricas em investimento. Isso acontece com o Rio Grande do Sul como um todo. O Brasil acaba se resumindo em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Não desmereço estes lugares, que são muito importantes para a história brasileira, porém acho que também temos muito a acrescentar neste âmbito.

São tantos pontos turísticos e pequenas experiências charmosas aqui na capital, que imagino fazer um guia turístico: Como SENTIR Porto Alegre. Em cada bairro, um registro, um cantinho para respirar a cultura e a vida que pulsa nas ruas e parques. O pôr do sol no Guaíba é considerado um dos mais bonitos do mundo.

Alguns dias atrás fiz o passeio noturno do Barco Cisne Branco com o RSBloggers. O barco, agora renovado e atualizado, faz enxergar a cidade por outro ângulo. E que ângulo. O pôr do sol já inspira, com suas nuvens multicores que se embrenham entre pequenos morros até chegar ao astro rei, recolhendo-se para a noite.

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O barco esperando pelo passeio ❤

O barco sofreu um grande baque no início de 2016, quando uma grande tempestade atingiu Porto Alegre e acabou virando, ficando meses assim. Foi um choque. Mas, depois de algum tempo, foi revirado e totalmente revitalizado.

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Galera Feliz do RSBloggers

É um charme na beira do Lago Guaíba. O embarque acontece no Cais do Porto (armazém B3 com acesso de Pedestres na Praça atrás do Mercado Público). Ao entrar, as luzinhas na parte mais alta do barco dão o toque noturno de iluminação que faltava. Um ótimo lugar para fotografar a silhueta da cidade. Os funcionários do barco são uniformizados com roupas navais e trabalham com muito respeito aos tripulantes. Não é necessário utilizar coletes salva-vidas no barco, mas todos assistimos às regras de segurança que são ensinadas ao vivo.

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O “kit” com delícias servido pelo pessoal do Cisne Branco

Até 200 pessoas podem ser transportadas nos passeios e o barco também recebe casamentos, festas e eventos empresariais. Lá dentro há um belo restaurante. Provei os quitutes, que envolviam além das famosas fritas, violinha e bolinho de bacalhau. Tudo a ver com a proposta, né?

No andar de baixo fica a danceteria, com luz e som perfeitos para uma balada. Muito bacana mesmo. Fico pensando sobre as festas que devem acontecer lá. Será que alguém já caiu na água de tão “alegre”?

Os passeios diurnos durante a semana duram 1 hora e custam R$ 35,00. Neste valor está inclusa a navegação pelas principais ilhas com locução ilustrativa dos pontos turísticos e serviço de bar. O passeio noturno que fizemos se chama “Happy Hour” e custa R$ 40,00, com serviço de bar.

Foi muito bacana conhecer novamente o barco e a cidade de outro ângulo com a galera bacana do RS Bloggers. Porto Alegre continua encantando e este seria um dos passeios que indicaria para alguém recém chegado nesta cidade incrível.

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Testando minha mesa digitalizadora, desenhei o Cisne Branco ❤

O que tu achou? Me conta se já fez este passeio ou se tem algum passeio parecido na sua cidade!

Até o próximo post!

 

Uma noite com Lisbela e o Prisioneiro

Fazia tempo que eu não escrevia. Não sei se alguém notou, mas eu notei e senti falta. Dei alguns dias para meu coração se reaquecer e meus dedos formigarem em busca de palavras, porque andei desmotivada. Mas esta noite fui a uma peça de teatro e, saindo de lá, desejei desesperadamente poder escrever como é linda a minha relação com a arte. Como a arte me faz melhor.

A Casa de Teatro de Porto Alegre fez seu espetáculo de conclusão do curso de Oficina de Montagem da turma 2017/1 em uma noite quente de estréia no Museu do Teatro. O lugar já era conhecido, pois assisti há dois anos a peça de conclusão de curso da minha cunhada, a talentosa Letícia Souza. Cadeiras retrô na parte baixa e uma plateia com charmosas almofadas de estampas variadas na parte superior. O lugar é aconchegante e o palco quase se mistura à plateia, dando a sensação de estar dentro da peça.

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A peça era “Lisbela e o Prisioneiro”, com direção de Zé Adão Barbosa e Texto de Osman Lins. Uma deliciosa comédia que se passa no interior nordestino e conta a história de Leléu, um galanteador que se apaixona por Lisbela, uma moça encantadora, porém, noiva. O elenco foi composto pelos alunos, que derão show. Simplicidade, carisma e uma alegria que pulsava no coração de cada um.

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O querido Gabriel Boff no papel de Leléu

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A peça acontece dias 15 e 16 às 20h no Teatro do Museu e o ingresso custa R$ 20,00.

Pude respirar e escrever esta noite. E quero agradecer à equipe desta peça que me entregou em um pequeno espaço de tempo, a vontade de colocar pra fora as palavras.

O mundo encantado da Koralle

Eu poderia listar muitos pontos turísticos de Porto Alegre. Para vários tipos de pessoas. Aqueles que gostam de passar horas em museus, aqueles que procuram por bairros boêmios, aqueles que gostam de comer bem. Enfim.

Para todos eles, eu indicaria visitar a Koralle.

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São duas lojas, uma menor, dentro do lindo Santander Cultural. E a outra, maior, em um casarão antigo e tradicional, em frente ao grande Parque da Redenção. Para quem gosta e se arrisca em algum tipo de desenho ou pintura, o lugar é um paraíso na terra. Quem não se atreve a encostar em um lápis de desenho, vai querer aprender. E, por fim, para quem se diz “não-criativo”, tenho certeza que vai babar pela quantidade inimaginável de cores existentes dentro da loja. É de ficar admirando por horas.

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Os tipos de papel. A caixinha de madeira com pincéis clássicos de aquarela. As canetas tinteiro. As tintas, de tantas marcas e para tantas especificidades. Tudo é tão lindo e inspirador que é preciso segurar a carteira com força para não sair com sacolas de produtos que, provavelmente, eu não saberia usar. Ainda.

 

O segundo andar também esconde os cavaletes de pintura, as mesas de desenho, livros e outros acessórios. Em janelas trabalhadas, a casa exala arte e dentro, pulsa a vida. Mesmo que em forma de natureza morta.

Indico a todos a visita à Koralle. Este post não é um publieditorial.

(Mas é uma declaração de amor!)